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Pra terminar bem a semana!

Boa Tarde!
Notícias pra terminar bem a semana:
Mostra que o setor de Papel e Celulose está bem e confiante no futuro.
Temos ainda o projeto da Jari que iniciou sua produção recentemente.
Oportunidades neste setor da economia!
Mostra nossa força e diversidade. Enquanto alguns setores estão sofrendo fortes impactos da crise, alguns setores estão indo bem e o pais, como um todo, tem credibilidade.
Nem tudo está ruim!
Combinado com:
Mais um segmento que não está sofrendo tanto.
Mais oportunidades!!!
Aconteceu no meu trabalho…
A mais ou menos 1 mês, o Superintendente de um Fundo que trabalha conosco, me perguntou qual nossa expectativa para este ano. Qual o cenário macroeconomico previsto para este ano?
Eu respondi que estamos estáveis mas que as expectativas são de retração na economia.
Conforme observamos em jornais e noticiários, uma retração em torno de 1,5% do PIB
Ele me questionou:
 – Vocês dependem de 1,5% pra gerar resultado?
Eu, obviamente disse que não, que precisamos de muito mais.
Foi então que ele me disse:
 – 1,5% não é nada. Em anos de crescimento econômico, tem empresas crescendo e tem empresas quebrando. Em anos de crise, tem empresas quebrando e tem empresas crescendo. Mais do que o cenário externo, temos que gerar o resultado internamente. Este ano, temos que focar nossas energias no trabalho pra superar essa crise e estar prontos para crescer conforme retomamos o crescimento macroeconômico.
Acho que ele está certo!
Ele está vendo o “copo meio cheio”.
Te desafio a fazer o mesmo!
Bom final de semana!

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O planejamento no século XXI

Por David Kupfer

“A luta contra o subdesenvolvimento é um processo de construção de estruturas. Implica, portanto, a existência de uma vontade política orientada por um projeto.” Celso Furtado em “O longo amanhecer: reflexões sobre a formação do Brasil”. Editora Paz e Terra, 1999

A crescente ênfase com que temas ditos “heterodoxos”, como planejamento e investimento, vem sendo tratados no debate econômico internacional merece registro. Em um artigo denominado “Uma ciência ainda mais lúgubre”, publicado na página de opinião do Valor de 8 de maio último, J. Bradford DeLong sumariza o debate sobre a capacidade de a política macroeconômica proporcionar uma cura eficiente para os males do baixo crescimento: “os governos precisam assumir maior responsabilidade na assunção de riscos, no planejamento de longo prazo e nos investimentos”. Um dos economistas citados no artigo, Larry Summers, em entrevista publicada pelo jornal nesse mesmo dia, discorrendo sobre o problema da estagnação secular e os meios para evitá­la, indica que “…A prioridade tem que ser o estímulo ao investimento. Há um papel para políticas estruturais que incentivem o investimento privado e há outro para políticas fiscais expansionistas, especialmente aquelas orientadas para o investimento público”.

Mas o que é o planejamento de longo prazo? Extraída do pensamento furtadiano, a epígrafe dessa coluna explicita três idéias­força atemporais relacionadas a esse tema: construção de estruturas, projeto, vontade política. Vale a pena, portanto, discutir como essas ideias­força podem ou devem se sequenciar em experiências concretas de planejamento do desenvolvimento. Adiante são abordadas três possibilidades:

No século XXI, a planificação, que é a elaboração de projetos estáticos, é substituída pela estratégia

Primeira sequência: é um projeto que explicita as estruturas a serem construídas, para cuja consecução a vontade política é mobilizada. Se assim for, essa é uma visão racionalista, emanada de uma burocracia superdotada, que tudo sabe e tudo vê. É a visão de um mundo movido pela tecnocracia. O desafio aqui é evitar que o conhecimento técnico aprofundado, tão necessário para definir diagnósticos e proposições, não se traduza em simplificações da dimensão político­institucional dos processos sociais.

Segunda sequência: é uma vontade política de construir certas estruturas para o que se formulam projetos. Se assim for, essa é uma visão de um governo ativo, que pactua com a sua base de sustentação as necessárias intervenções no processo econômico. É a visão de um mundo movido pela política. A problemática aqui está em não permitir que a ideologia, tão essencial para que se consiga construir modelos de interpretação da realidade, não sirva como engessamento das visões de futuro.

Terceira sequência: é um conjunto de estruturas a serem construídas que levam à formulação de projetos que comandam a vontade política. Se assim for, essa é a visão do planejador, voltado para a construção do futuro, não como algo que se prevê nem tampouco algo que se deseja e sim como algo que se define como possível. É a visão de um mundo movido por seus determinantes estruturais. É a visão furtadiana por excelência, consistente com a sua atuação como um dos principais defensores do papel crucial do planejamento na promoção do desenvolvimento econômico.

Porém, no século XXI, há transformações de grande impacto que modificam radicalmente a arquitetura analítica da reflexão sobre o planejamento. Primeiro, as interações entre agentes, grupos, instituições se dão na atualidade em um ambiente de complexidade que exige muito esforço e competência para ser compreendido e mais ainda para ser regulado. Segundo, por paradoxal que pareça, o aumento do conhecimento trazido pela vigência da sociedade da informação, porque alarga o conjunto de possibilidades, tende a provocar mais desconhecimento, aumentando, e não reduzindo, as incertezas sobre o futuro. Por isso, torna­se necessário apostar em múltiplas soluções. Terceiro, vive­se hoje em um mundo de preços flexíveis devido à desregulamentação financeira, à globalização do sistema de empresas líderes e à quebra da coordenação oligopolista, antes assentada na existência de barreiras estáticas à entrada, substituída pela concorrência baseada em inovação (destruição criadora schumpeteriana).

Dentre outras consequências, o planejamento de quantidades, típico do século XX, vê­se seriamente dificultado. No século XXI, a planificação, que é tão somente a elaboração de projetos estáticos, está sendo substituída pela estratégia, o que significa um processo permanente de revisão e ajustamento das metas e instrumentos de construção do futuro. Implica, portanto, a necessidade de uma institucionalidade completamente nova, pouco ou nada semelhante à que existiu no passado. Diante de realidades muito dinâmicas, planos rígidos, que se cristalizam, podem até mesmo constituir mais fonte de problemas do que de soluções.

Para o Brasil, é grande o desafio. É claro que avançar no planejamento do século XXI requer capacidade macroeconômica de financiamento na contramão do ciclo de negócios. Mas depende também de outros elementos que se situam muito além do que é o núcleo duro da política econômica: coordenação, monitoramento e avaliação. Dentre as instituições brasileiras, especialmente dentre o aparato extra­estatal, predominam os objetivos de defesa da renda. Instituições pró-­planejamento, voltadas para a redução de incertezas, coordenação ou acumulação de conhecimento e aprendizado são poucas e menos proeminentes. É necessário mudar esse perfil.

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Ultimo trimestre de 2013

Ultimo trimestre de 2013

Temos ainda quase 3 meses para atingir nossos objetivos.
Estou falando dos nossos objetivos pessoais.
Todo final / início de ano muitas pessoas traçam seus “planos para o ano”.
3/4 do ano de 2013 já se foi. Sabemos que é impossível mudar o passado. O que aconteceu, aconteceu.
Mas ainda temos 1/4. Ainda temos 3 meses.
Temos tempo suficiente para nos empenhar e buscar nossos objetivos, mudar a realidade, alcançar nossos sonhos para 2013.
Vejam o que diz o Valor Econômico de hoje, 02/10/2013:

Em nova fase, EAS define expansão  Assinante online

Estaleiro Atlântico Sul vai investir R$ 590 milhões para ampliar capacidade
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Montadora avalia que mercado brasileiro tem potencial para estar entre os maiores do mundo

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A partir de janeiro, expectativa do braço de serviços de tecnologia da informação do grupo indiano Mahindra é de reforçar a busca por possíveis alvos no país. Tech Mahindra, braço de serviços de tecnologia da informação (TI) do grupo indiano Mahindra, está interessada em fazer aquisições para ganhar terreno no Brasil.

Ser Educacional pode levantar quase R$ 1 bi no IPO Assinante   online

Recursos da oferta primária serão destinados a aquisições, ensino a distância e novos imóveis
Primeira unidade fora da Itália disputa mercado já dominado por grandes marcas

Banco Central da Noruega aumenta participação na Marcopolo

Norges Bank ampliou fatia de 4,09% para 5,11%, o que soma 28,4 milhões de papéis preferenciais da empresa brasileira

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Economistas reunidos na FGV, em São Paulo, ressaltaram a importância da indústria para o crescimento do país
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UCB quer país entre os seus maiores mercados Ícone

Joel Barlan, presidente da Meizler-UCB, pretende acelerar investimentos.
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Varejistas investem em Praia Grande Ícone

Reobol, da Todeschini, fala do público de Praia Grande: “São os expatriados de Santos, onde o mercado […] está caro” Atraídos pelos lançamentos imobiliários, aumento do emprego formal e do poder de compra do salário mínimo
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Otimismo com Natal e 13º salário Ícone

aumento das vendas no quarto trimestre deste ano, puxado pelo Natal e pelo pagamento do 13º salário aos consumidores, deve proporcionar um crescimento de 8,5% a 9% nominais (sem descontar a inflação) no faturamento das lojas instaladas nos shopping .
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Weber Shandwick vai a Brasília em 2014 Ícone

operação brasileira é a que mais cresce entre os 81 países que o grupo de relações públicas americano Weber Shandwick está presente.

Mercado teme mais risco de calote dos EUA  Assinante online

Investidores estão mais preocupados com a questão de aumento do teto da dívida americana do que com paralisia do governo, provavelmente de curta duração

Conab investirá R$ 500 milhões em silos Assinante online

Anna   Carolina Negri/Valor
Objetivo é expandir em 43%, a 2,81 milhões de toneladas, capacidade de armazenagem até 2015, informou o presidente da  entidade, Rubens Rodrigues dos Santos

Aqua Capital eleva aporte no Brasil e prospecta vizinhos Assinante online

Crescimento da receita da Aminoagro poderá dobrar com a participação do Aqua

Mobius critica pessimismo com emergentes  Assinante online

Para gestor, muita ênfase foi colocada no impacto que a retirada de estímulos pelo Fed pode ter sobre os mercados emergentes

Banco Safra, Itaú BBA e BTG Pactual caçam talentos

Com a intenção de formar profissionais para sustentar o crescimento da empresa, o Banco Safra volta neste ano a promover o programa de trainee, e traz uma novidade para atrair os melhores talentos. Os selecionados já vão começar o programa com um bônus de aprovação no valor de R$ 20 mil.
Para todos os lados que eu olho, eu vejo oportunidades.
Oportunidades de crescimento, oportunidades de realizações, oportunidade de concretizar sonhos.
Entendam, não estou escrevendo isso porque sou otimista.
Estou escrevendo para que me ajudem a confirmar, se o que eu estou lendo está correto.
Expansão, crescimento. novas fábricas, empresas estrangeiras vendo o Brasil como um dos maiores do mundo, Estados Unidos com risco de calote, oportunidades de trabalho, otimismo…..
Não temos apenas notícias boas.
Temos muitas empresas com problemas, empresas demitindo, Grupo EBX dando calote internacional, dólar instável, governo que não ajuda, violência, transito, chuva….. temos desculpas de sobra pra murmurar e ficar inertes, sem ação dizendo que as coisas estão uma mer…….cadoria.

Ultimo trimestre de 2013

Como você quer se lembrar de 2013?

A escolha é sua.

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